ADUnB participa de segunda rodada de negociação com o MGI
A segunda reunião de negociação sobre a URP, instalada no âmbito da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF), foi realizada nesta quinta-feira (25). O encontro foi marcado como o primeiro momento bilateral das tratativas com a participação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Na oportunidade, a ADUnB apresentou com detalhes ao Ministério algumas das pautas da categoria:
1. Inclusão de todos os professores que não recebem a URP e recebimento de retroativos;
2. Compromisso do MGI e da AGU de incidir sobre o TCU no sentido de dissuadi-lo a retirar a URP dos aposentados, restituindo as retiradas indevidas.
3. Não absorção até o fim da negociação, com pagamento retroativo, e discussão do congelamento e do percentual de absorção;
4. Não incidência da absorção sobre promoções e progressões e outros acréscimos remuneratórios de caráter permanente.
Foi uma reunião produtiva, em que o diálogo respeitoso foi a tônica. Pode-se dizer que, efetivamente, estamos em negociação. Os representantes do MGI comprometeram-se em analisar nossas demandas. Na quinta-feira (02), teremos nova reunião de negociação.
Mais detalhes dos termos de negociação serão levados à assembleia dos docentes da UnB, agendada para terça-feira (30), às 16h30, no auditório da ADUnB.
Histórico
As negociações foram iniciadas em 18 de junho, após oito meses de mobilização da categoria. O Termo de Providências Acauteladoras, documento que estabelece as regras para a abertura das negociações, prevê, em caráter temporário, a aplicação da absorção de 60% dos acréscimos remuneratórios permanentes nas folhas de pagamento dos meses de maio, junho e julho de 2026. O termo também determina que eventuais diferenças decorrentes de pagamentos realizados a maior ou a menor serão objeto de acerto de contas apenas após a celebração de um acordo definitivo.
Publicado em 26 de junho de 2026