Negociação para abertura da mesa com o MGI é debatida pelo Comitê de Mobilização

Nesta quarta-feira (3), o Comitê de Mobilização da ADUnB debateu os últimos informes sobre as negociações para a definição dos termos de abertura das tratativas sobre a URP com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Como encaminhamento, foram indicadas reuniões com docentes que não recebem a URP, com o Conselho de Representantes e com o próprio Comitê, para preparação da assembleia da categoria, marcada para quinta-feira (11).

A diretoria da ADUnB informou que a providência acauteladora — documento necessário para a abertura da negociação com o MGI no âmbito da Câmara de Mediação e de Conciliação da Administração Pública Federal (CCAF) — ainda não foi firmado.

Conforme apresentado na última assembleia, a proposta prevê a estabilização da absorção dos acréscimos salariais em 60% do valor da URP durante o período de elaboração das folhas de pagamento de junho e julho, viabilizando a realização do processo negocial. Entretanto, os detalhes do documento ainda não foram finalizados, e a ADUnB aguarda uma manifestação do MGI sobre a versão mais recente do texto. O sindicato segue atuando para que a conclusão ocorra até a próxima semana.

O Comitê destacou a importância de esclarecer à categoria que a providência acauteladora não corresponde à negociação propriamente dita. O documento estabelece as regras e as condições necessárias para que a mesa seja instalada. Somente após sua aprovação terão início as negociações, quando a ADUnB poderá apresentar e discutir as reivindicações da categoria, entre elas o processo de absorção, o pagamento da URP aos docentes que ainda não a recebem, a situação dos descontos determinados pelo TCU sobre aposentadorias e a não incidência da absorção em promoções e progressões, além de outros pontos.

Em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não foi agendada uma nova reunião com a relatora do processo da categoria. A sinalização apresentada anteriormente indica que o encontro pode ocorrer após o feriado de Corpus Christi.

Diante do momento considerado delicado na CCAF, o Comitê avaliou como imprescindível ampliar a mobilização da categoria. Também reforçou a necessidade da reunião com os docentes que não recebem a URP, convocada pela diretoria para segunda-feira (8). Além disso, indicou a realização de uma reunião do Conselho de Representantes na terça-feira (9) e de um novo encontro do Comitê de Mobilização na quarta-feira (10).

Por fim, o Comitê fez um apelo à participação da categoria na assembleia de quinta-feira (11), considerada fundamental para a definição dos próximos passos na defesa da URP.

 

Publicado em 03 de junho de 2026

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